sexta-feira, 29 de junho de 2018

IMPOSTO SINDICAL: Supremo rejeita volta da obrigação de trabalhador pagar contribuição sindical



Por maioria de 6 votos a 3, o Supremo Tribunal Federal (STF) rejeitou nesta sexta-feira (29) pedidos para tornar novamente obrigatório o pagamento da contribuição sindical.
A Corte analisou 19 ações apresentadas por entidades sindicais contra regra da reforma trabalhista aprovada no ano passado que tornou o repasse facultativo, em que cabe ao trabalhador autorizar individualmente o desconto na remuneração.
A contribuição equivale ao salário de um dia de trabalho, retirado anualmente na remuneração do empregado para manutenção do sindicato de sua categoria.
Ao final do julgamento, 6 dos 11 ministros do STF votaram em favor da manutenção da nova regra de facultatividade: Luiz Fux, Alexandre de Moraes, Luís Roberto Barroso, Gilmar Mendes, Marco Aurélio e Cármen Lúcia.
Contra votaram 3 ministros: Edson Fachin, relator da ação, Rosa Weber e Dias Toffoli. Não participaram do julgamento os ministros Ricardo Lewandowski e Celso de Mello.
Nas ações, entidades sindicais alegaram forte queda em suas receitas, comprometendo a negociação de acordos coletivos e serviços de assistência aos trabalhadores.
Além disso, alegaram problemas formais na aprovação da nova regra; para as entidades, o fim da obrigatoriedade não poderia ser aprovado numa lei comum, como ocorreu, mas sim por lei complementar ou emenda à Constituição, que exigem apoio maior de parlamentares.
A maioria dos ministros, porém, considerou que a Constituição não fixou uma norma rígida em relação às formas de financiamento dos sindicatos, passível de mudança pelo Congresso. Além disso, entenderam que a liberdade sindical também pressupõe autonomia do trabalhador, dando a ele opção de não se filiar e também não ser obrigado a manter o sindicato.
Vários ministros chamaram a atenção para a multiplicação dos sindicatos no país com a contribuição sindical obrigatória, chegando a mais de 16,8 mil entidades. Em países da Europa, América do Norte e África, o número de sindicatos varia entre 100 e 200 organizações.
O julgamento das ações começou nesta quinta com a manifestação de várias centrais sindicais, da Advocacia Geral da União (AGU) – que representa o governo e o Congresso – e também da Associação Nacional das Emissoras de Rádio e Televisão (Abert), única a defender a mudança.

Votos

Relator das ações, Edson Fachin votou nesta quinta (28) em favor da obrigatoriedade. Considerou que a Constituição de 1988 reforçou o papel dos sindicatos na representação dos trabalhadores, dando a eles várias atribuições em defesa de suas categorias.
“A inexistência de fonte de custeio obrigatório inviabiliza a atuação do próprio regime sindical previsto na Constituição [...] Sem pluralismo sindical, a facultatividade da contribuição destinada ao custeio dessas entidades, tende a se tornar instrumento que obsta o direito à sindicalização”, afirmou o ministro.
Após o voto de Edson Fachin, o ministro Luiz Fux apresentou o voto dele, divergindo do relator. Fux defendeu o fim da contribuição sindical obrigatória. Para ele, não se pode impor ao trabalhador o pagamento do valor já que a Constituição assegura que ninguém é obrigado a se filiar a um sindicato.
"Não se pode impor que a contribuição sindical seja obrigada a todas as categorias já que a carta magna afirma que ninguém é obrigado a se filiar a entidade sindical".
Contrário à contribuição obrigatória, Alexandre de Moraes foi o segundo a votar pela validade da regra da facultatividade no pagamento previsto na reforma trabalhista. Ele disse que a Constituição de 1988 marcou uma fase de maior liberdade sindical, no qual o Estado não atua de forma "centralizadora e paternalista" junto às entidades sindicais.
No novo modelo, disse o ministro, o sindicato tem maior autonomia em relação ao Estado e o trabalhador maior autonomia em relação ao sindicato.
"Não é razoável que o Estado tenha que sustentar um sistema com 16 mil sindicatos, só que com aproximadamente 20% só dos trabalhadores sindicalizados. Há algo de errado. Não há uma representatividade, e onde falta representatividade não há legitimidade. Há um vácuo. Esse déficit talvez decorra das facilidades possibilitadas aos sindicatos por uma contribuição compulsória, chamado imposto sindical".
Contrário à obrigatoriedade do pagamento, o ministro Luís Roberto Barroso também rebateu a tese de que a mudança exigiria uma mudança na Constituição ou uma lei complementar, que demandam mais apoio parlamentar, como sustentavam as centrais sindicais.
“Eu não acho que haja um sistema que seja imutável pelo legislador ordinário. Se considerarmos que tudo está engessado, estamos impedindo que as maiorias governem e estaremos presos às decisões do constituinte de 1988. Esse modelo sindical não é imutável”, disse o ministro.
Favorável à cobrança obrigatória, Rosa Weber seguiu o argumento do relator, Edson Fachin, segundo o qual o financiamento das entidades integra um “sistema sindical” de proteção ao trabalhador, previsto na Constituição, que não pode ser alterado por meio de uma lei comum.
“Não tenho simpatia nenhuma ela contribuição sindical obrigatória, mas há um sistema que emerge da Constituição. Como vamos mexer na parte sem alteração do todo?”, disse a ministra. .
“O financiamento constitui elemento indispensável à estruturação saudável dos sindicatos. A diminuição brusca e repentina da receita debilita a agência sindical com reflexos perniciosos na melhoria das condições de trabalho” , completou depois.
Dias Toffoli votou pela volta da obrigatoriedade, sob o argumento de que a facultatividade no pagamento não pode ocorrer de forma repentina, mas sim por meio de uma transição para possibilitar a manutenção das entidades.
“Não é possível essa subtração que houve da contribuição sindical sem ter preparado essa transição, sem ter preparado essa assunção da sociedade civil [sobre os sindicatos] com menos Estado”, afirmou o ministro.
Gilmar Mendes votou em favor da regra da facultatividade. Afirmou que anteriormente à reforma trabalhista havia um modelo “subsidiado” ao associativismo sindical, no qual o Estado mantinha as entidades impondo o pagamento da contribuição aos trabalhadores.
“Não se cuida de suprimir um modelo de sustentabilidade do sistema, mas simplesmente de fazer com que os sindicatos sejam sustentados como todas as demais associações, por contribuições voluntárias, o que vai exigir de todos um esforço de trazê-los para essa participação”, disse o ministro.
Marco Aurélio Mello também votou contra a obrigatoriedade. Considerou que a contribuição não tem um caráter de tributo, cuja cobrança é compulsória para manutenção do Estado. “Visa sim ao fortalecimento das entidades sindicais”, acrescentou o ministro. (11h16). “Em 2016, as entidades arrecadaram quase R$ 2,9 bilhões”, disse.
Última a votar, Cármen Lúcia formou a maioria contra a volta da obrigatoriedade. Considerou a importância dos sindicatos, mas que que a facultatividade não afronta a Constituição. “Considero que essa mudança leva a um novo pensar a sociedade lidar em todas as áreas, que não fica dependendo de um estado que fique a acudir a todas as demandas”.

FONTE:  G1

Fecomércio apresenta balanço de gestão e ações futuras






O presidente da Fecomércio Ceará Maurício Filizola apresentou na manhã de ontem as ações previstas para os próximos anos pela instituição e o presidente licenciado, Luiz Gastão Bittencourt discutiu os resultados da sua gestão no Ceará nos últimos 20 anos.
Dentre os novos projetos apresentados estão a construção e a inauguração de novas unidades, dentre elas: Faculdade Senac - Pólo de Desenvolvimento de Gestão Empresarial, o Centro Cultural Sesc Aldeota, a Unidade de Lazer Praia do Futuro, as Delegacias Regionais Fecomércio, a ampliação do programa Futsal Sesc e  o projeto de sustentabilidade e energia solar. Além destas, estão previstas missões empresariais e o projeto de prioridade de compras governamentais de produtos e serviços de empresas cearenses.
Há também um projeto comum entre Sesc e Senac. Será a Unidade Sesc/Senac, no município de São Benedito, na Serra da Ibiapaba.
Alguns destaques são a ampliação da Escola Educar Sesc de Ensino Fundamental, em Fortaleza, que ampliará a capacidade para atender cerca de 3 mil alunos e o Hotel Ecológico Sesc Iparana que passa por ampliação da estrutura, modernização das acomodações, com vista para o mar, e nova identidade visual. Ainda pelo Sesc, até 2019, serão inaugurados 16 Museus Orgânicos. Espaços nas casas dos Mestres de Cultura com adequação de espaços de convivência, abertos ao público.
Já o Senac irá ganhar uma nova unidade no Shopping RioMar Fortaleza, com ambiente para aulas expositivas e cozinha pedagógica. Também estão em andamento o Centro de Formação de Vigilantes, uma nova unidade voltada para a formação, extensão e aperfeiçoamento de vigilantes; além do Senac Reference, unidade localizada na avenida Desembargador Moreira, que contará com uma área pedagógica mais moderna e inovadora.
Para Luiz Gastão “há uma carência enorme ainda de população a ser atendida e isso só será possível se juntarmos as forças de governo e a iniciativa privada e respeitarmos as ações não como política partidária mas termos mais programas de estado e menos programas de governo”.
Dentre os resultados alcançados no último ano estão mais de 150 mil empresas representadas no estado e 33 sindicatos patronais filiados., 187 pesquisa desenvolvidas pelo IPDC, para apoiar o planejamento dos empresários, um índice de renovação do público atendido pelo Sesc alcançando 98% e 5,9 milhões de horas/aula em cursos e ações extensivas em 2017/2018.
Gastão esclareceu que “não podemos analisar os números só pelo crescimento de matricula, nós fizemos uma mudança total em relação a toda a estrutura pedagógica, implantamos no Ceará os itinerários informativos que viraram case e hoje são adotados pelo Senac nacional, com eixos integradores que incluem ética, cidadania e meio ambiente, por exemplo”.

Novos Começos
Mauricio Filizola reforçou que este é um momento de fortalecermos nossa relação com o empresariado , “de nos aproximarmos e através do serviços mostrarmos nosso papel, entendendo que a entidade é a principal organização de representatividade do nosso estado nas negociações coletivas e nos embates políticos”. 
O presidente falou do cenário socioeconômico e político,  o fim da obrigatoriedade da contribuição sindical  e apresentou novos desafios “Nós estamos buscando alternativas não só na federação, mas em toda a base de sindicatos, e sempre ouvindo os conselhos para colocar em prática  novas e boas ideias”. 
Dentre as soluções propostas estão a: melhoria da percepção da atuação das instituições, com reforço nas ações de comunicação efetivas e sistemáticas com a sociedade, além de ações que promovem a autossustentabilidade, a ampliação de convênios e parcerias na oferta de produtos, serviços e vantagens para os empresários e ações de unificação das gestões do sistema.

EXTRAOFICIAL: Parque de Exposição do Crato pode não ser reinaugurado no dia 06 de julho


Há informações extraoficiais que o Parque de Exposição Pedro Felício Cavalcanti, em Crato, onde acontece anualmente  uma das maiores exposições agropecuárias e eventos de diversões do Brasil, não será mais reinaugurado no próximo dia 06 de julho, como é o desejo do Governador Camilo Santana.  

Uma reunião acontece nesta sexta-feira, dia 29, sob o comando do secretário adjunto da Casa Civil do Estado, Quintino Vieira com vários setores do Governo. 


Estamos aguardando mais informações. 

quinta-feira, 28 de junho de 2018

Segue Programação do São João nos Bairros e comunidades rurais de Juazeiro do Norte



O São João de Juazeiro do Norte leva aos bairros da cidade vasta programação junina. As quadrilhas e os shows atraem centenas de pessoas e geram renda nas comunidades. Desde a última segunda-feira, foi aberto o São de Juazeiro do Norte nos bairros. Os eventos contam com quadrilhas, forró pé de serra e bastante animação, oportunizando também aos moradores das comunidades, além da diversão, a comercialização de comidas e bebidas típicas proporcionando renda.
O evento foi aberto na segunda-feira, com grande cortejo das quadrilhas pela Rua São Pedro até o Sesc, onde aconteceu a abertura oficial dos arraiás, contando com a presença da Prefeito Municipal de Juazeiro do Norte, Arnon Bezerra, o Secretário de Cultura, Renato Fernandes. O São João nos Bairros é uma realização da Ong Zaíla Lavor, com apoio da Prefeitura de Juazeiro do Norte e o Governo do Estado.
Nesta terça-feira, foi realizado grade show na RFFSA com o cantor Junú Ramos, resgatando o autêntico forró nordestino, e o grupo Casa de Reboco, além do desfile das campeãs do Festival de quadrilhas, incluindo a Quadrilha do Gil (1º lugar); Nação Nordestina (2º lugar) e Agremiação Junina do Cariri (3º lugar). Também aconteceu a exposição ‘Xilos, Traços da Tradição’, com xilogravuras gigantes, resgatando um pouco da história do rei do Baião, com trabalho dos xilógrafos de Juazeiro do Norte.
Nesta quinta-feira, 28, o São João dos Bairros acontece no CRAS das Timbaúbas, com o Arraiá do Girassol, no bairro Timbaúbas e a Quadrilha do Gil, no bairro do Socorro.  Na noite de ontem, foi realizado arraiá no bairro João Cabral, com a participação da quadrilha Roxedo dos Matutinos, além da Quadrilha Gonzagão, no Romeirão, e a Junina Paixão do Cariri, no bairro Salesianos. As apresentações e festejos nos bairros ocorrem até o próximo dia 30.
Comunidades rurais
A Prefeitura Municipal, através da Secretaria de Agricultura e Abastecimento, leva ainda os arraiás para comunidades da zona rural. Neste dia 28, os festejos serão realizados com o cantor Jota Farias, no Taquari, a partir das 18 horas.
Fotos: Samuel Macedo

SAAEC realiza plantão de atendimento ao público no próximo sábado: Dia 30 de junho marca o prazo final da campanha de parcelamento especial PAES 2018




O atendimento ao público da SAEEC Crato estará funcionando excepcionalmente no próximo sábado, dia 30 de junho, das 08h às 12h.  O plantão acontece em virtude do prazo da campanha de parcelamento especial PAES 2018, iniciada no dia 16 de abril, que encerra no sábado.

A campanha destina-se a promover a regularização de débitos de usuários relativos a faturas de serviço de fornecimento de água e coleta de esgoto sanitário ocorridos até 28 de fevereiro de 2018. Além do parcelamento do débito em até 18 vezes, com parcela mínima de R$ 50,00, o cliente ainda poderá receber desconto de até 100% nas multas e juros.

Para aderir à campanha, o usuário interessado deve procurar a sede da SAAEC, localizada na Av. Teodorico Teles, 30 – Centro, portando carteira de identidade e CPF. Maiores informações, através do telefone (88) 3523-2044.

Sobre a SAAEC - Sociedade Anônima de Água e Esgoto do Crato

A SAAEC – Sociedade Anônima de Água e Esgoto do Crato, fundada em 10 de agosto de 1963 tem por objetivo distribuir água tratada e de qualidade para toda população cratense, além de ser responsável pelo saneamento da cidade do Crato. A empresa foi criada na forma de uma sociedade de economia mista destinada a planejar, projetar, executar industrialmente os serviços públicos de abastecimento de água e sistemas de esgotos sanitários no município do Crato.

TRANSPOSIÇÃO DO SÃO FRANCISCO] Ministro e Raimundo Gomes de Matos fizeram visita técnica à obra


Ao lado do ministro da Integração Nacional, Antônio de Pádua Andrade, o presidente da Comissão Externa que acompanha as obras de Transposição das Águas do Rio São Francisco, deputado federal Raimundo Gomes de Matos, fizeram uma visita técnica ao empreendimento, na manha desta  Quarta-feira, 27/6.

O parlamentar Recepcionou o ministro às 10h, no Aeroporto Regional de Juazeiro do Norte. De lá seguiram  em comitiva até o município de Penaforte, para vistoriar o túnel que levará água da transposição da cidade de Jati, por onde o canal entra no Ceará, até Milagres.


Do túnel no Estado do Ceará, a comitiva foi até o município de Salgueiro, em Pernambuco, para inspeção na Estação de Bombeamento do Eixo Norte da Transposição.

quarta-feira, 27 de junho de 2018

Escritório Regional do DNPM no Cariri abriga material paleontológico disponível à visita popular

Arthur Andrade, diretor do escritório regional do Departamento Nacional de Produção Mineral / DNPM,  ou Agência Nacional de Mineração - ANM, localizado em Crato 

Instalado no município do Crato, há 
aproximadamente 30 anos, o escritório regional 
Cariri, do Departamento Nacional de Produção 
Mineral ou Agência Nacional de Mineração (ANM), 
abriga farto material paleontológico, exposto á 
visita 
popular ou para observação de trabalhos 
científicos. 
Ele funciona na Praça da Sé, no cruzamento das 
Ruas Ida Bilhar e Dom Quintino, no Centro da 
cidade.

O diretor do escritório regional, Arthur Andrade, 
informa o número de contato para quem se 
interessar em agendar um horário e observar o 
material,  que é o  9 9641 7366.  O horário de 
funcionamento é de segunda a sexta, de 8h ás 12h e 
de 14h às 18h.

Arthur Andrade falou   sobre as atribuições do 
escritório regional do Cariri do DNPM.  Ele informou 
que o órgão tem algumas atribuições como  
gerenciar e fiscalizar o setor de mineração no Cariri, 
bem como fiscalizar e proteger o patrimônio 
fossilífero, já que a região detém uma  reserva rica 
em quantidade e em qualidade, reconhecida 
mundialmente. 


O diretor ressaltou ainda que tipo de fósseis os 
visitantes irão encontrar no órgão.  "Nós temos 
no escritório regional do DNPM, fósseis de peixes, 
frutas, insetos, vegetais, 
sementes, abelhas, escorpiões, libélulas, baratas 
entre outros", disse Arthur.  Hoje, são 185 espécies 
já descritas na parte de insetos, distribuídas em 20  
famílias.  Já entre  os peixes, já foram descritas 33 
espécies. 

Sobre a repatriação dos fósseis que são levados 
ilegalmente para outros países, Arthur Andrade 
disse que os procedimentos legais são feitos através 
do setor jurídico do DNPM, como também  o 
Ministério Público Federal tem realizado ações para 
recuperar o material 
contrabandiado. "Pessoalmente, acho difícil 
recuperar a maioria das peças por conta de quem 
adquiriu,  alegar  
que a aquisição dos fósseis aconteceu antes de 
1942, quando foi feito o Decreto Lei 4.146, que 
proíbe a comercialização do nosso patrimônio". 
Desta forma, a gente é que tem que provar que o 
material saiu da região ou do país, antes de 1942 e 
assim repatriá-lo 

O escritório regional do Cariri do DNPM funciona 
no momento com dois  funcionários. 

Fonte: Jornal da Princesa  
Repórter (Marcus Silva)